Discipulado, um relacionamento

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Filipenses 2.19-30

Introdução

Fazer discípulos foi uma ordem (ou missão) deixada por Deus (Mateus 28.19,20). O que se espera de um discípulos, senão que seja como seu mestre. (1 João 2.6, Romanos 8.29) Porém, como se vê neste texto, isso é mais do que uma missão ou uma tarefa, discipulado é um relacionamento.

1.    “Interesse sincero” – (v.20)

Paulo é exemplo. Ele disse: “enfrento diariamente uma pressão interior, a saber, a minha preocupação com todas as igrejas” (2 Coríntios 11.28).

Timóteo, tinha interesse “sincero”. O que seria um interesse sincero? Original: “filho legítimo”. Interesse legítimo. Timóteo esteve no nascimento da igreja. Isso é diferente daquela que tinham os que pregavam o evangelho por ambição egoísta (Filipenses 1.15,17). Epafrodito amava à causa de Cristo mais do que à própria vida, colocando-a em risco à caminho de Roma (v.25-30).

Interesses pessoais afasta, amor incondicional liga. Depende de “lavar os pés uns dos outros” e “negar-se a si mesmo”. Tão satisfeito com Cristo que o custo de servi-lo é pago com alegria (Filipenses 1.29). Estes são felizes!

2. “Como filho ao pai”

O discipulado não é apenas um relacionamento profissional em que você possui responsabilidades ou de uma missão em que sua única preocupação é executar tarefas, mas é um relacionamento paternal. (1 Tess. 2.8,11) Nos tempos de internet a igreja tem muitos orientadores, mas poucos pais (1 Coríntios 4.15).

Como age um pai espiritual?

Ele dá a própria vida. (1 Tess. 2.8). Ele transmite um ensino estimulante. (1 Tess. 2.12). Ele transmite consolo e ânimo. (1 Timóteo 1.18; 1 Tess. 2.12). Ele é exemplo (1 Coríntios 4.14-17). Ele envolve-se afetivamente. (v.19,26)

3. “Serviu comigo”

A presença do discípulo é um prazer enquanto servem juntos. (João 14.3; 17.24; Getsemani)

Cristo enviou os 12 e os 70 em duplas. Quase todos os apóstolos seguiram o princípio: Paulo e Barnabé, Barnabé e Marcos, Paulo e Silas, Pedro e João, etc. Epafrodito é “irmão, cooperador, companheiro de lutas” (v.25) de Paulo.

Eclesiastes 4.9-12 – Outros motivos para trabalharmos juntos:

  1. Porque é mais produtivo (v.9). Um faz uma coisa e outro, outra.
  2. Existe apoio prático mútuo (v.10). Na luta contra o pecado.
  3. Há consolações mútuas (v.11). No ministério e na vida. Não se trata de se ter alguém como muleta, mas de ser alguém com “alavanca”.
  4. Há mútua proteção (v.12). Na luta contra o Diabo.

Em resumo…

Fomos chamados para fazer discípulos. Isto é, fazer com que alguém que seja parecido com Cristo em pensamentos e atitudes. Isso é mais do que uma tarefa é o desenvolvimento de um relacionamento.

Por isso…

  1.  Ame mais ao Senhor ao ponto de pensar nos outros mais do que em si mesmo.
  2. Ao fazer discípulo não seja um cumpridor de tarefas, envolva-se na vida dele.
  3. Procure sempre servir outros junto com o seu discípulo.

Questione-se

  • Suas atitudes mostram que você precisa hoje decidir amar a Cristo mais do que a si mesmo?
  • Que decisão precisa tomar quanto a seu envolvimento com seu discípulo ou ovelhas?
  • Como você pode envolver seu discípulo no seu ministério?
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