Igreja Batista da Glória

Um igreja da Convenção Batista Brasileira que deseja levar cada membro a viver como servo de Cristo.

Como reagimos aos problemas?

Na Palavra de Deus o coração é o centro dos pensamentos, emoções e vontades (Salmo 119.11; Provérbios 15.13; Mateus 12.33-35).

Em nosso coração, somos sempre tentados a agir de modo egoísta (Efésios 5.29), com pensamentos, palavras e ações que tendem a nos satisfazer e nos valorizar mais do que os outros.

Esta atitude egoísta afeta a nossa caminhada pessoal com o Senhor, porque nosso egocentrismo não nos permite sentir a tristeza do pecado e termos temor a Deus. Terminamos rejeitados por Ele (Tiago 4.1-10).

Por isso se alguém quer seguir a Cristo, precisa humilhar-se e negar-se a si mesmo (1 Pedro 5.6; Lucas 9.24).

Influência da sua fé na forma como você reage aos problemas

De onde vêm as brigas, disputas e discussões? (Tiago 4.1) Resposta: das paixões (desejos ou deleites) que guerreiam dentro de nós (nos nossos membros).

Porque fazemos o que fazemos? Porque queremos o que queremos.

Não somos influenciados apenas pelo meio (o mundo), embora eles tenham sua influência (1 Coríntios 15.33; Tiago 4.4). Sabemos que nossos pensamentos podem ser influenciados por Satanás (Mateus 4.1-10; 2 Coríntios 10.3-5; João 8.44). Porém, se sabemos que nossas más atitudes tem origem no coração (Mateus 12.33-35; Prov. 4.23), então concluímos que as influências do mundo e do Diabo se utilizam das fontes de nosso coração.

Os sofrimentos, as situações difíceis ou problemas são denominados pela Palavra de Deus de “provações” ou “tribulações”, e elas não são ruins, são boas ou pelo menos úteis. Elas mostram se há um coração adorador ou egocêntrico em você (Romanos 5.3; 12.12; Tiago 1.2,3).

Se desejamos satisfazer o nosso coração com os desejos que naturalmente ele tem, então sofreremos, ficaremos irritado com o descontrole da situação, ou frustrados com o resultado de nossos esforços.

Como podemos nos alegrar nos sofrimentos?

Os problemas e nossos pecados não bloqueiam o amor de Deus por nós, o que ele mostra suportando a consequência dos nossos pecados (Isaías 53.6; Lucas 15.4-7; João 3.16). Quando Deus nos amou não tínhamos feito nada por Ele (Romanos 5:8; 1 João 4:10).

Se desejamos glorificar a Deus em tudo o que fazemos, confiamos e temos paciência quando perdemos o controle, porque Ele está no controle (Romanos 12.12), e não nos frustramos com o resultado de nossos esforços, porque confiamos no amor e no controle de Deus que age em todas as coisas para o nosso bem (Jeremias 29:11; Mateus 7:9-11; Romanos 8.28-32).

Podemos nos alegrar em cada situação, sem pensar no que é agradável a nós, mas no fortalecimento que Deus pode nos dar em cada oportunidade (Filipenses 4:11-13) e ter uma atitude humilde, serva e confiante no Pai, semelhante à de Cristo (Filipenses 2:5-8).

Temos promessa que ele suprirá cada necessidade que temos, materiais e espirituais (Salmo 34.10; Mateus 6.33,34; Filipenses 4.19).

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